Samsara, ou metempsicose, é a dinâmica
dos renascimentos de consciências que encarnam em construtos psico-fisicos(
corpos) condizentes com seu saldo de pensamentos, atividades e inclinações na
hora da morte.
No sétimo-sentido ( samadhi, nirvana, sunyata )não nos associamos com as percepções dos sentidos pertencentes ao corpo humano, como o paladar, o tato ou a audição, mas sim nos encontramos desnudados de toda interferência atômica, sendo o “em sí” eterno, bem aventurado e pleno de conhecimento.
Com isso, a escala de dimensões onde tem ação os atos do drama cósmico, como luta pela sobrevivência, desfrute de satisfação dos sentidos, vida, morte, raiva, desejo, ambição,etc; é como um campo condicionante do espirito ( que em essência é um fragmento do Absoluto, portanto é ele próprio em expressão), um campo onde vivemos uma historia, geramos informação binária... coisificamos o reino do “ciclo das seis existências”.

Enquanto Shaka discorre sobre sua origem e existência divinas ao insubmisso Ikki, de Fênix, aparece no episódio um borrão em formato arredondado, dividido em dois polos, um vermelho e outro azul, enquanto imagens vão sucedendo-se criando uma cronologia do processo de criação da realidade.
É digno de nota, expor o fato de que, as cores azul e vermelho estão associadas a matéria comum(azul) e a matéria escura(vermelho), de acordo com um modelo teórico da formação das galáxias de pesquisadores dos instituto Max Planc de astrofísica.
De acordo com essa teoria, o universo inteiro é preenchido por uma espécie de gás primordial, que consiste na mistura entre matéria comum(azul) e matéria escura(vermelho).São os ingredientes fundamentais e a interação entre eles e as forças da gravidade e expansão, criam as protogaláxias, galáxias, formam novas estrelas, etc.
“A matéria escura conserva a forma e a matéria comum irradia, transforma-se num disco giratório e começa a formar estrelas.”
O “As seis existências”, são dimensões de densidades diferentes, portanto constituídas de matéria escura e comum em graus variáveis, mas todos condicionados em estruturas de partículas de luz, a base estrutural de toda a existência e realidade conhecidas. É como quando você esta presente em um local e as pessoas vem seu corpo mas nao enxergam seus orgãos, seu sangue, seus ossos, pois, por mais qeu estejam presentes em você, não são visíveis.Todas as seis existencias ocupam o mesmo espaço com frequências vibratórias distintas.
Esses planos se subdividem em 6, onde em cada um a natureza dos impulsos, emoções, inteligência e atividades são configuradas de acordo com o teor de padrões mentais que a consciência individual do ser vivifica em seus pensamentos, criando a partir disso, sua própria natureza exterior com a qual vai travar relação entre sí e o ambiente, e sí e os indivíduos que lá compartilham da mesma dimensão.
Reino do inferno, reino dos espíritos famintos, reino animal, reino humano ,reino dos semideuses e reino divino. Todos reinos produzidos pela mente em sua busca por satisfação dos sentidos, sentidos esses que um dia abandonaremos junto com o corpo e pelos quais matamos e morremos por motivos esdrúxulos, porém viciantes ao fracos de discernimento, ou seja, a grande maioria.
É como o ensinamento do mestre Bruce Lee sobre não sermos o vórtice ( campo multidimensional facetado, berço e casa do ciclo das seis existências) mas sim nos reconhecermos como o eixo central, o ponto concentrado de todas as origens espirituais, mentais e energéticas . Como uma lâmpada acesa de um abajur envolta por inúmeros panos que ofuscam sua luz. Conforme vamos removendo as camadas de panos ( ignorância) , gradativamente a luz que sempre esteve lá, vai se tornando mais intensa ( conforme vamos removendo os apegos com as aparências externas e padrões de pensamento, vamos “descobrindo” a “luz” da consciência).A natureza Buda, que é o palco, o roteiro, o ator, o diretor, o espectador e os aplausos ao mesmo tempo e além do tempo.
Na filosofia yogue, podemos traçar um paralelo com o conceito de “drastuh” ou ” o observador”. Isso implica o fato de não sermos o corpo, a mente e nem termos vínculos reais com a realidade fenomenológica objetiva que nos circunda, mas sim sermos o poder, a presença por detrás de toda função mental e física. Como no exemplo acima, somos o centro de onde ganha movimento as aparências do espaço-tempo.
“Ignorancia é confundir o olho como poder da visão”.
O poder da visão só tem expressão se existir seu veiculo, os olhos. No entanto, o poder da visão não são os olhos, ele utiliza os olhos como um maquinário, mas sempre sendo a pura presença. É como um power ranger conduzindo o Megazord. Quem vê de fora, pensa que o Megazord funciona sozinho, sem saber que diminutos seres dirigem cada um dos seus movimentos.
É sobre esse ponto que Shaka diz “ O ciclo das seis existências é só para os tolos”, ou seja, os “ignorantes da sua própria ignorancia”.
Um dos significados de Ignorância é “ confundir o olho com o poder de visão”, ou seja, confundir a pura presença eterna da consciência que é anterior ao continuum espaço-tempo do ego, com os vínculos que cria nas existências que assume um determinado corpo ( Megazord) e se identifica com ele,como os power rangers (consciência e seus variados aspectos de personalidade)na cabine de comando do Megazord (complexo psico-fisico) delirando considerando-se o próprio Megazord.O pensamento se confundindo com a função mental de pensar, supondo que “nasceu” e um dia vai “morrer”, dentro de algum corpo que esta fadado à dissolução desde quando aparece na “realidade”.
Passar do “ser” para o “existir”.

O ciclo das seis existências, arrasta essa presença pura, o “observador “encarnado num corpo, à planos de existência que só existem como uma reação do fato do observador se entreter e vincular o seu poder de presença com o desenrolar do tempo e das condições de vida condizentes com a natureza do desejo em desfrutar passatempos em planetas ou dimensões condizentes com suas inclinações pessoais de gratificação sensorial.
No yoga também aprendemos sobre “pratyahara”, que significa “retirar os sentidos e a mente das percepções sensoriais externas”, como uma tartaruga retraída dentro da carapaça, para podermos compreender que não somos parte de nenhuma encarnação em nenhum planeta ou dimensão onde interagimos com objetos fadados à dissolução, como eventos, seres vivos corporificados, emoções, etc. Em pratyahara, a ilusão do externo se dissolve!
Isso é o que quer dizer Shaka de Virgem sobre as existências serem só para os tolos, ou aqueles que ainda não desvendaram a Verdade de que são os “power rangers (consciência) dentro do Megazord (corpo) vivenciando uma ilusão passageira ( vida). É como alguém com óculos de realidade virtual que não distingue mais o local em que esta acomodado com os óculos no rosto, julgando a aventura ( ciclo das seis existências) que esta desfrutando com os sentidos iludidos pela realidade virtual como a verdadeira realidade. Shaka está constantemente de olhos fechado e meditando justamente por essas razões, e para concentrar seu cosmo sem distrações.
Mas essa consciência é muito rara, por mais que esteja disponível à todos .

No sétimo-sentido ( samadhi, nirvana, sunyata )não nos associamos com as percepções dos sentidos pertencentes ao corpo humano, como o paladar, o tato ou a audição, mas sim nos encontramos desnudados de toda interferência atômica, sendo o “em sí” eterno, bem aventurado e pleno de conhecimento.
Com isso, a escala de dimensões onde tem ação os atos do drama cósmico, como luta pela sobrevivência, desfrute de satisfação dos sentidos, vida, morte, raiva, desejo, ambição,etc; é como um campo condicionante do espirito ( que em essência é um fragmento do Absoluto, portanto é ele próprio em expressão), um campo onde vivemos uma historia, geramos informação binária... coisificamos o reino do “ciclo das seis existências”.

Enquanto Shaka discorre sobre sua origem e existência divinas ao insubmisso Ikki, de Fênix, aparece no episódio um borrão em formato arredondado, dividido em dois polos, um vermelho e outro azul, enquanto imagens vão sucedendo-se criando uma cronologia do processo de criação da realidade.
É digno de nota, expor o fato de que, as cores azul e vermelho estão associadas a matéria comum(azul) e a matéria escura(vermelho), de acordo com um modelo teórico da formação das galáxias de pesquisadores dos instituto Max Planc de astrofísica.
De acordo com essa teoria, o universo inteiro é preenchido por uma espécie de gás primordial, que consiste na mistura entre matéria comum(azul) e matéria escura(vermelho).São os ingredientes fundamentais e a interação entre eles e as forças da gravidade e expansão, criam as protogaláxias, galáxias, formam novas estrelas, etc.
“A matéria escura conserva a forma e a matéria comum irradia, transforma-se num disco giratório e começa a formar estrelas.”
O “As seis existências”, são dimensões de densidades diferentes, portanto constituídas de matéria escura e comum em graus variáveis, mas todos condicionados em estruturas de partículas de luz, a base estrutural de toda a existência e realidade conhecidas. É como quando você esta presente em um local e as pessoas vem seu corpo mas nao enxergam seus orgãos, seu sangue, seus ossos, pois, por mais qeu estejam presentes em você, não são visíveis.Todas as seis existencias ocupam o mesmo espaço com frequências vibratórias distintas.
Esses planos se subdividem em 6, onde em cada um a natureza dos impulsos, emoções, inteligência e atividades são configuradas de acordo com o teor de padrões mentais que a consciência individual do ser vivifica em seus pensamentos, criando a partir disso, sua própria natureza exterior com a qual vai travar relação entre sí e o ambiente, e sí e os indivíduos que lá compartilham da mesma dimensão.
Reino do inferno, reino dos espíritos famintos, reino animal, reino humano ,reino dos semideuses e reino divino. Todos reinos produzidos pela mente em sua busca por satisfação dos sentidos, sentidos esses que um dia abandonaremos junto com o corpo e pelos quais matamos e morremos por motivos esdrúxulos, porém viciantes ao fracos de discernimento, ou seja, a grande maioria.
É como o ensinamento do mestre Bruce Lee sobre não sermos o vórtice ( campo multidimensional facetado, berço e casa do ciclo das seis existências) mas sim nos reconhecermos como o eixo central, o ponto concentrado de todas as origens espirituais, mentais e energéticas . Como uma lâmpada acesa de um abajur envolta por inúmeros panos que ofuscam sua luz. Conforme vamos removendo as camadas de panos ( ignorância) , gradativamente a luz que sempre esteve lá, vai se tornando mais intensa ( conforme vamos removendo os apegos com as aparências externas e padrões de pensamento, vamos “descobrindo” a “luz” da consciência).A natureza Buda, que é o palco, o roteiro, o ator, o diretor, o espectador e os aplausos ao mesmo tempo e além do tempo.
Na filosofia yogue, podemos traçar um paralelo com o conceito de “drastuh” ou ” o observador”. Isso implica o fato de não sermos o corpo, a mente e nem termos vínculos reais com a realidade fenomenológica objetiva que nos circunda, mas sim sermos o poder, a presença por detrás de toda função mental e física. Como no exemplo acima, somos o centro de onde ganha movimento as aparências do espaço-tempo.
“Ignorancia é confundir o olho como poder da visão”.
O poder da visão só tem expressão se existir seu veiculo, os olhos. No entanto, o poder da visão não são os olhos, ele utiliza os olhos como um maquinário, mas sempre sendo a pura presença. É como um power ranger conduzindo o Megazord. Quem vê de fora, pensa que o Megazord funciona sozinho, sem saber que diminutos seres dirigem cada um dos seus movimentos.
É sobre esse ponto que Shaka diz “ O ciclo das seis existências é só para os tolos”, ou seja, os “ignorantes da sua própria ignorancia”.
Um dos significados de Ignorância é “ confundir o olho com o poder de visão”, ou seja, confundir a pura presença eterna da consciência que é anterior ao continuum espaço-tempo do ego, com os vínculos que cria nas existências que assume um determinado corpo ( Megazord) e se identifica com ele,como os power rangers (consciência e seus variados aspectos de personalidade)na cabine de comando do Megazord (complexo psico-fisico) delirando considerando-se o próprio Megazord.O pensamento se confundindo com a função mental de pensar, supondo que “nasceu” e um dia vai “morrer”, dentro de algum corpo que esta fadado à dissolução desde quando aparece na “realidade”.
Passar do “ser” para o “existir”.

O ciclo das seis existências, arrasta essa presença pura, o “observador “encarnado num corpo, à planos de existência que só existem como uma reação do fato do observador se entreter e vincular o seu poder de presença com o desenrolar do tempo e das condições de vida condizentes com a natureza do desejo em desfrutar passatempos em planetas ou dimensões condizentes com suas inclinações pessoais de gratificação sensorial.
No yoga também aprendemos sobre “pratyahara”, que significa “retirar os sentidos e a mente das percepções sensoriais externas”, como uma tartaruga retraída dentro da carapaça, para podermos compreender que não somos parte de nenhuma encarnação em nenhum planeta ou dimensão onde interagimos com objetos fadados à dissolução, como eventos, seres vivos corporificados, emoções, etc. Em pratyahara, a ilusão do externo se dissolve!
Isso é o que quer dizer Shaka de Virgem sobre as existências serem só para os tolos, ou aqueles que ainda não desvendaram a Verdade de que são os “power rangers (consciência) dentro do Megazord (corpo) vivenciando uma ilusão passageira ( vida). É como alguém com óculos de realidade virtual que não distingue mais o local em que esta acomodado com os óculos no rosto, julgando a aventura ( ciclo das seis existências) que esta desfrutando com os sentidos iludidos pela realidade virtual como a verdadeira realidade. Shaka está constantemente de olhos fechado e meditando justamente por essas razões, e para concentrar seu cosmo sem distrações.
Mas essa consciência é muito rara, por mais que esteja disponível à todos .

O que separava Shaka ( acima das leis naturais dos planos
existências ) de Ikki( o arquétipo do super-ego condicionado pelos 6 sentidos)?
“A singularidade é um ponto no tempo em que a gravidade é tão intensa que o tecido do espaço, do tempo e até mesmo da física são completamente destruídos.
Na teoria da relatividade, Einstein atesta que a singularidade existe dentro dos buracos negros, e que eles são contornados por horizontes de evento, que é o ponto onde se torna impossível escapar da gravidade do buraco negro.”

“A singularidade é um ponto no tempo em que a gravidade é tão intensa que o tecido do espaço, do tempo e até mesmo da física são completamente destruídos.
Na teoria da relatividade, Einstein atesta que a singularidade existe dentro dos buracos negros, e que eles são contornados por horizontes de evento, que é o ponto onde se torna impossível escapar da gravidade do buraco negro.”

Esse fato representa o ponto onde os cavaleiros de bronze alcançaram o sétimo sentido, o epicentro da essência, o ponto da singularidade, onde um cavaleiro de ouro pode ser facilmente destruído por um cavaleiro de bronze sintonizado nessa fonte absurda aos parâmetros estipulados como razoáveis pela razão humana.
Shaka concentrava sua energia cósmica mantendo os olhos fechados, numa total consonância com a evidência de que, de 3 bilhões de mensagens transmitidas ao cérebro a cada segundo, dois bilhões provém dos olhos, nos distraindo pela fantasmagoria dos fenômenos visuais. Abrindo os seus olhos , Shaka descarregava a energia em um ataque único e poderosíssimo. Ikki deixou Shaka o privar dos 6 sentidos, incluindo a intuição que é a capacidade que temos em tomar decisões sobre as formas que utilizaremos os pensamentos que aparecem na nossa mente e as reações automáticas que tomamos em determinados momentos.
Ikki, privado das distrações trazidas para dentro da mente pelos sentidos irrefreáveis ao humano comum, consegue alcançar seu sétimo sentido, onde toda sensação de segurança por ter noções racionais sobre o espaço-tempo se dissolve e o impossível toma forma e vai além.
Ikki representa o éter e a substancia que vivifica o teatro do ato da vida.
Shaka é o núcleo do buraco negro. O destroçador das leis da física. O estado Buda!
Um é indissociável do outro. O espirito não possui fronteiras que o separa da energia, mente e matéria. São compostos complementares que, no movimento da vida, produz tudo o que percebemos como “aqui e agora, antes e depois”.
Azul e vermelho. Cores primárias, indecomponíveis. Base de uma gama gigantesca de tonalidades que dão significância as aparentes distinções entre um ser e outro. Dá vida ao diferente para não enlouquecermos com a igualdade completa entre a substancia que “é” e anima tudo o que existe.
Cores essas que representam as partículas fundamentais para a formação de galáxias e milhões de formas de vida.
Cores essas que são as cores... DAS ROUPAS DE IKKI, O CAVALEIRO DE FENIX!!

Coincidência?
Ikki representa os ingredientes ( gravidade, irradiação) fundamentais da criação, manutenção e destruição do Universo. Shaka é o “horizonte de eventos”, a semente que fecunda e põe em ação esses ingredientes físicos da existência. Não há possibilidade de um acabar com o outro sem perecerem junto, pois a mesma raiz nutre ambos, raiz essa que é o Mistério Universal, a fonte do Cosmo. Ikki mostra que, mesmo o tolo, o homem comum, os semideuses, os animais, os minerais, as plantas, o ar, a agua, o terra , o Sol, possuem essa natureza transcendental compartilhada com o Cosmos absoluto. Por isso, recusou a se prostrar diante de Shaka para adorá-lo como um deus, como se esse fosse “mais” ou melhor do que ele.Por isso foi expulso dos infernos e planos densos, pois sempre teve a intuição da fonte inesgotável de poder.
Quem é melhor, a semente e o solo que geram a arvore, ou a mão do agricultor que a semeia no campo?
No plano dual de relatividade, as causas (espirito-mente=Shaka) são tão importantes quanto as condições( energia-matéria=Ikki)! Porém ambas são apenas manifestações parciais espaço-tempo do Campo Vivo Não-Linear da Verdade Absoluta!
No momento em que Shaka e Ikki abandonam seus corpos no mesmo ato, cai por terra o véu da ilusão de ambos, mostrando que espírito e energia são opostos complementares, não havendo melhor nem pior. Opostos complementares que se ajustam produzindo realidades pelo infinito!
Todo esse teatro de “sí mesmo” e “ existência” acontece NA PALMA DE BUDA, os buracos negros!

Lembre-se, vivemos num universo beeeem maior do que as noções de extensão e dimensão que formamos sobre dele.
A palavra Universo não é o significado do fato Universo!
Mister Lúdico
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